PARASITAS
Contam-se aos milhões, certamente, os casos, quer de pedidos de pensão alimentícia judicializados [ações originárias ou revisionais] – assoberbando as Varas Judiciais especializadas, e até as genéricas em comarcas de menor porte –, quer as reivindicações extrajudiciais endereçadas aos virtuais responsáveis [alimentantes], veiculadas por cartas, correspondência eletrônica, documentos cartorários, mensagens em aplicativos de redes sociais, etc.
Essas comunicações envolveriam, em tese, pedidos de pensão efetuados por ex-mulheres [cônjuges, companheiras, concubinas, partícipes de uniões estáveis e outras eventuais classificações… por exemplo, mulheres que geraram um ou mais filhos com indivíduos não categorizáveis nas classes antes mencionadas, tais como namorados, noivos, amantes, etc.].
Como exposto na Advertência que abre este livro, esta é uma obra de ficção. Os pressupostos para a composição do texto e criação dos personagens e situações foram hauridos em casos concretos espelhados na jurisprudência de inúmeros Tribunais do país, com repercussão inclusive na Corte Superior de Justiça.
O Autor reconhece que a narrativa ficcional aqui retratada não representa a totalidade da população feminina envolvida nessas irritantes questões. Mas sabe [e por isso decidiu unir o útil ao agradável, fazendo “divulgação jurídica” para leigos envolvidos com brigas nessa seara de “Alimentos] que muitos casos – mais do que gostaríamos de admitir… – envolvem a falta de escrúpulos de mulheres que “decidiram” que o seu ex é quem vai bancá-las pelo resto de suas vidas.
Isso é o que eu chamo de “parasitismo”, e é sobre isso que este livro discorre, de forma clara e honesta.
Os filhos do casal, na verdade – principalmente para as mulheres que possuem idade, saúde, preparo e conhecimento, mas nenhuma vontade de trabalhar –, acabam por se tornar instrumentos [manipulados pelas mãos hábeis de um advogado inescrupuloso], de chantagem emocional, na qual qualquer um pode “cair” – até mesmo um[a] juiz[a] experiente, sensibilizado[a] por uma história bem contada, destinada a obter vantagens e benefícios totalmente imerecidos.
Enfim… este livro foi feito para ler… e pensar… e pensar…
R$30.00 – R$129.50Faixa de preço: R$30.00 através R$129.50

José Guilherme de Souza é ilhéu. Graduou-se em Direito pela UFSC em 1968. Após passagens, a partir de 1963, pelas Secretarias de Fazenda e de Segurança Pública, ingressou na magistratura catarinense em 1972, nela se aposentando em 1990. Interrompeu a advocacia liberal, que iniciara logo após a jubilação, para tomar posse, em 1993, em Brasília, como Juiz de Direito do Distrito Federal e dos Territórios, ingressando, assim, na magistratura, pela segunda vez, provando que jamais conseguiu fugir de sua verdadeira vocação.
O autor defendeu tese de mestrado em 1989 (UFSC), e tem sido colaborador em inúmeras revistas jurídicas, com dezenas de artigos publicados. Já trouxe a lume dois livros, Conversão à esquerda x prioridade de passagem (UFSC, 1986) e A criação judicial do direito (Fabris, 1991).
O Autor é Criminólogo, Vitimólogo e pós-graduado em Ciência Política. É ainda especialista em violência urbana, crimes sexuais e organizações criminosas. Ostenta hoje uma produção literária de 13 obras publicadas.